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EQUIPES MULTIFUNCIONAIS ENTRAM EM OPERAÇÃO
CELG | 18/03/2016 - 10h00

Gestores da Diretoria de Distribuição visitam o Centro de Serviços da Contratada em Iporá

Entrou em operação no mês de fevereiro o primeiro lote do Novo Modelo de Contratação das equipes leves de atendimento. Trata-se das Equipes Multifuncionais. Idealizado pela Diretoria de Distribuição, o novo modelo chega para substituir as Equipes Leves e Pesadas de Atendimento de Emergência e as Equipes Leves de Atendimento Comercial. Já se encontram em atividade 44 equipes na localidade-polo de Iporá, sendo 25 camionetes, 3 caminhões e 16 motos. Está prevista para o fim de março a entrada em operação de 36 equipes na polo de Firminópolis, sendo 18 camionetes, 2 caminhões e 16 motos e 30 equipes no município de Goiás, sendo 18 camionetes, 2 caminhões e 10 motos. Com esta modalidade de prestação de serviços de distribuição estarão atendidos 57 dos 237 municípios do Estado de Goiás que compõem a área de concessão da CELG D.

O Diretor de Distribuição, Francisco de Assis Soares, define o projeto como “um marco da mais alta importância na história da CELG D por introduzir um Novo Modelo de Contratação onde a remuneração das Contratadas para Atendimentos Emergenciais, cujo custo é o maior entre os serviços terceirizados, passa a ser feita por serviço realizado e não por disponibilidade. A produtividade das equipes, que na Empresa é muito baixo no modelo atual, crescerá substancialmente, reduzindo os custos além de aumentar a qualidade da prestação de serviços”.

De acordo com o Superintendente de Serviços Thiago Nunes, as Equipes Multifuncionais são polivalentes, devidamente equipadas para execução tanto de serviços comerciais quanto serviços de emergência. Ele explica que no modelo logístico utilizado anteriormente, mas ainda em operação em outras regiões do Estado, as equipes trabalhavam de forma especializada na execução dos serviços emergenciais e outras na execução dos serviços comerciais. “Neste modelo, havendo maior necessidade de priorização dos serviços de emergência, como quando ocorrem eventos climáticos severos, tínhamos maior dificuldade para utilizar as equipes comerciais para a realização de uma força-tarefa em situações atípicas, assim como para realizar serviços comerciais quando ocorre algum acúmulo”, pontua o Superintendente.

Esta logística de prestação de serviços é um fator que agrega valor ao cliente, pela redução dos prazos de atendimento dos serviços comerciais, tais como a ligação ou a religação de uma Unidade Consumidora ou o restabelecimento do fornecimento de energia em caso de sua interrupção, que é medido pelo indicador denominado Tempo de Atendimento a Serviços Emergenciais – TMAE acompanhado pela ANEEL. Certamente a qualidade percebida pelos consumidores irá aumentar consideravelmente.

Outro ganho importante é a redução dos custos dos serviços de distribuição decorrente do ganho sinérgico em razão da utilização das equipes de emergência para a execução de serviços comerciais nos dias ou nos períodos secos do ano com baixa demanda de restabelecimento do fornecimento de energia. Esta integração de equipes também viabiliza a contratação dos serviços por produção e não por disponibilidade com o pagamento através de unidades de serviços executadas. Este sinal econômico certamente elevará muito a produtividade das equipes com ganhos para os consumidores e para a empresa. Sem essa integração o pagamento dos serviços emergenciais por produção seria inviável, dada a inconstância do faturamento mensal, que inviabiliza financeiramente a prestadora de serviço.

Agilidade - Outra novidade deste projeto são os Centros de Serviços da Contratada - CSC, "centros de despacho descentralizados que funcionarão como uma extensão do Centro de Operação da Distribuição – DD-COD para controle dos serviços comerciais e emergenciais da baixa tensão", explica o Superintendente. Esses Centros ficarão distribuídos em 20 cidades-polos da área de concessão da CELG D, propiciando maior agilidade aos despachos e controle dos serviços do ponto de vista operacional ,embora estejam hierarquicamente subordinados ao Centro de Operação da Distribuição, irão reduzir em 60% o volume de serviços emergenciais que recaem sobre o COD. As ocorrências de maior porte e as interrupções programadas para execução se serviços na rede, que permanecerão sob a ação direta do COD, terão um tratamento mais qualificado, com redução do TMAE e, consequentemente da Duração Equivalente de Interrupção em Unidades Consumidoras – DEC que, juntamente com a Frequência Equivalente de Interrupções em Unidades Consumidoras – FEC, constitui o principal Indicador de Continuidade utilizado pela ANEEL para medir a qualidade de fornecimento de energia pelas Distribuidoras para os seus consumidores.

No último dia 10 de março, o gerente do DD – Setor de Serviços de Iporá Moisés Lemes dos Santos recebeu a visita do Diretor de Distribuição Francisco de Assis Soares juntamente com os Superintendentes Thiago Nunes (DD-SPSE) e João de Oliveira (DD-SPOP), o Chefe de Departamento ao qual o DD-SIP está vinculado, Flávio Gomes (DD-DPCT) e o chefe do DD-COD, Luis Henrique Teles. Na oportunidade, os Gestores puderam acompanhar a evolução do processo de implantação realizado pela DD – Superintendência de Serviços e conhecer toda a estrutura em operação.

Na visita, o Diretor de Distribuição explica que foi percebido um grande entusiasmo por parte da equipe, liderada pelo Gerente do Setor de Serviços de Iporá, Moisés Lemes. “Eles não estão poupando esforços para a superação das dificuldades iniciais de implantação de qualquer projeto, sobretudo esse de grande complexidade técnica e administrativa. As principais dificuldades estão correlacionadas com as deficiências desde o canal de comunicação do CSC com os sistemas informatizados da Companhia até a existência de vários sistemas estanques para controle dos serviços comerciais e emergenciais, que serão unificados em um futuro próximo em um único sistema chamado OPER MOBILE. Equipes de outros Setores já estão querendo visitar Iporá para conhecer o funcionamento do Projeto para mitigar as dificuldades quando da implantação em suas áreas”, complementa o Diretor.

Atualmente 55 % dos serviços emergenciais na região atendida por Iporá já são controlados pelo CSC e já é percebido um aumento da preocupação com os ganhos de produtividade e a possibilidade de os Controladores do CSC fazerem a gestão da equipe de campo, que redundará em ganhos significativos para os consumidores, a CELG D e as suas Contratadas.


Novos veículos comportam adequadamente os materiais para serviços comerciais e de emergência


Gestores acompanham a operação de despacho no Centro de Serviços da Contratada

Diretor de Distribuição em reunião com a equipe em Iporá